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Histórico de minhas buscas - by Google
# Serviço novo do google que recupera todas as nossas buscas passadas. É gratuito, mas precisa se inscrever.
My Search History
Simpósio Internacional Desconstrução e Contextos Nacionais
# O GRECC, Grupo de Estudos em Crítica Contemporânea, surgiu da necessidade de professores e pesquisadores dos departamentos de Literatura e Letras Modernas da UNESP (Campi de Araraquara e São José do Rio Preto) de pensar e discutir conjuntamente as questões teóricas produzidas nos últimos 30 anos.
O propósito científico do grupo é o de organizar e aprofundar algumas das questões levantadas por tendências da crítica contemporânea, tais como a desconstrução, os estudos culturais, os estudos de gênero, a teoria da tradução e os estudos pós-colonialistas. Em sintonia com a natureza destas questões, o grupo se propõe a pensar os problemas do texto na contemporaneidade a partir de abordagens interdisciplinares, discutindo aspectos que promovem o cruzamento entre a teoria da literatura e outras áreas do conhecimento, tais como a filosofia, a psicanálise, a sociologia, a lingüística, a história e a antropologia. Os trabalhos do grupo orientaram-se, até o presente momento, para a discussão de autores de referência da chamada desconstrução, tais como Jacques Derrida, Paul DeMan, Jonathan Culler, Sarah Kofman, além de releituras de textos fundadores sob a ótica da crítica contemporânea, tais como Platão, Rousseau, Kant, Hegel, Nietzsche, Sausurre e Heidegger. [informações]
II Colóquio Internacional Cátedra UNESCO-UNISINOS
# II Colóquio Internacional Cátedra UNESCO-UNISINOS e V º Encontro de Estudos sobre o Mundo do Trabalho (Núcleo Unitrabalho). Trabalhos podem ser enviados até 10/maio. Informações: http://www.unisinos.br/coloquio/catedra/
O tempo do pesquisador, artigo de Ruy José Válka Alves
# Temos computadores, scanners, máquinas digitais, Internet, e-mail, GPS e telefone celular. Por quê nossa produção nem chega perto da dos antigos naturalistas?
Ruy José Válka Alves, Vice-Diretor do Museu Nacional, UFRJ, (ruyvalka@mn.ufrj.br). Artigo enviado pelo autor ao ‘JC e-mail’: Quando o Brasil assinou a Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), assumindo, dentre outros, o compromisso de intensificar os estudos de nossa biodiversidade, não se deu conta de que não estamos mais no século XIX. O tempo se transformou na essência mais rara e preciosa do pesquisador. À luz de velas e escrevendo com tinta nanquim, muitos naturalistas realizaram importantes coletas e publicaram preciosos estudos em meados do século XIX. Em 1859, Darwin publicava a sua Origem das Espécies. Ao viajar pelo Brasil entre 1817 e 1820, a comitiva de 65 especialistas liderada pelo naturalista alemão Carolus F. P. von Martius coletou e registrou uma parte significativa da flora brasileira. O fruto de 38 anos de trabalho foi a monumental Flora brasiliensis, em cujos 46 volumes foram descritas 22.767 espécies de plantas, com 3.811 imagens. Os espécimes dessas viagens estão bem preservados em instituições da Europa. Além do interesse pela natureza, esses pesquisadores tinham em comum o tempo necessário para se concentrar no trabalho. A contrapartida que ofereciam pelo apoio financeiro de reis e outros governantes eram as coleções catalogadas e as publicações definitivas de alta qualidade. Era considerado natural que bons levantamentos de flora e fauna fossem trabalhosos e que seus resultados demorassem a sair. Muitas viagens de coletores e muitas monografias só se tornaram possíveis graças ao interesse pelas ciências e apoio pessoal de alguns indivíduos esclarecidos da nobreza reinante. Ao ajudar o homem no trabalho, a tecnologia lhe proporcionaria mais tempo livre... Essa promessa nunca se concretizou! Se os especialistas demoravam meses para trocar informações por cartas, como puderam produzir tantos e tão bons trabalhos? Fala-se de uma nova iniciativa, a Flora Brasiliensis do século XXI, iniciativa certamente louvável, mas impossível na atual conjuntura legal e econômica do país. Imaginem o Martius elaborando um projeto de pesquisa nos moldes de um órgão de fomento, preenchendo dezenas de formulários para obter licenças de coleta de material do Ibama (on-line), IEF (off-line), Prefeituras etc., autorizações de acesso às reservas da Funai (se comprometendo a não publicar os dados), assinando um Termo de Transferência de Material referente ao Patrimônio Genético (TTM), pedindo licença ao CGEN para empréstimo de material a instituição no estrangeiro, pedindo portaria de excursão, pedindo autorização para afastamento do país, pedindo auxílio-combustível, enviando relatórios trimestrais de pesquisa, fazendo prestação de contas, dando aulas, orientando teses e dissertações, preenchendo os currículos Lattes e Sigma, escrevendo os relatórios anuais da instituição, buscando patrocínio para publicação, publicando dois papers completos por ano (em revistas indexadas), realizando excursões de coleta, participando de reuniões administrativas, prestando consultorias ad-hoc, matando insetos que comem as coleções, desembaraçando um pacote de exsicatas (devolução de patrimônio) apreendido na alfândega por um fiscal da Delegacia de Agricultura, emendando goteiras no telhado do herbário e, quando possível, nos fins de semana, convivendo com a família. Nesses termos o Thomas Edison ainda estaria tentando acender uma vela por fricção de dois gravetos... * publicado no Jornal da Ciência
palestra na FACED
# Jane Felipe, Professora do Departamento de Estudos Especializados da Faculdade de Educação da UFRGS, convida para a palestra que será realizada dentro do Seminário Avançado Temas de Pesquisa em Estudos Feministas e Culturais,com o Prof. André Musskopf, doutorando em Teologia da EST - Escola Superior de S. Leopoldo, intitulada:
"Uma brecha no armário: propostas para uma Teologia Gay" Dia:25 de abril de 2005 Hora: 9 horas Local: sala 601 da FACED
casa das mil portas
# A Casa das Mil Portas é projeto com centenas de microcontos escritos por blogueiros brasileiros. Um microconto é, ao menos na nossa definição, uma história em prosa contada em aproximadamente cinqüenta letras. Se parece pouco é porque é realmente pouco. Fazer um microconto é um desafio literário, uma tentativa extremamente econômica de contar ou sugerir uma história inteira. Um microconto exemplar, e possivelmente o mais famoso de todos, é do escritor guatemalteco Augusto Monterroso: "Quando acordou, o dinossauro ainda estava lá."Assim Nemo Nox descreve o projeto, mas para saber mesmo é preciso arriscar e abrir uma das portas. Eu andei abrindo as portas e achei até uns guardados meus. E, sobre isso, até arrisco um conto quase mínimo: Quando a porta abriu, lá estava ele sorrindo amplo, como só os esqueletos podem sorrir.
Os seis náufragos e a economia mundial
# Suponha que seis náufragos encontram-se abandonados numa ilha deserta, cinco asiáticos e um americano. Além disso, suponha que os náufragos decidem dividir a carga de trabalho entre si da seguinte maneira: (a bem da simplicidade, o único desejo dos náufragos é satisfazer a fome) um asiático é encarregado da caça, um outro da pesca e um terceiro de descobrir vegetação. Um quarto é encarregado de preparar a comida, ao passo que ao quinto é dada a tarefa de colectar lenha a acender o fogo. Ao americano é dada a tarefa de comer.
Assim, na nossa ilha cinco asiáticos trabalham o dia todo para alimentar um americano, o qual gasta o seu dia a bronzear-se na praia. Ele está empregado no equivalente ao sector de serviços, operando um salão de bronzeamento que nenhum dos asiáticos na ilha utiliza. No fim do dia, os cinco asiáticos apresentam um banquete cuidadosamente preparado para o americano, o qual senta-se à cabeceira de uma mesa especial, construída pelos asiáticos especificamente para essa finalidade. Percebendo que banquetes subsequentes só viriam se os asiáticos estivessem vivos para providenciá-los, ele concede-lhes apenas umas poucas migalhas da sua mesa para sustentar o seu trabalho no dia seguinte. Economistas dos dias modernos diriam que este americano é o único motor de crescimento a conduzir a economia da ilha e que, sem o seu voraz apetite, o asiáticos dali estariam desempregados. A realidade, naturalmente, é que a melhor coisa que os asiáticos podiam fazer para melhorar os seus destinos seria votar pela retirada do americano da ilha. Sem o americano a consumir a sua comida haveria um bocado mais disponível para eles próprios comerem. Em alternativa, eles podiam gastar menos tempo nas tarefas relacionadas com a sua comida, dedicando o tempo extra a mais lazer ou a satisfazer outras necessidades, as quais anteriormente não eram preenchidas pois muito dos seus recursos escassos eram dedicados a alimentar o americano. Agora, alguns de vocês estarão a pensar que esta analogia é enviesada, pois na economia do mundo real os americanos pagam pela sua comida, de modo que no mundo real os asiáticos que proporcionam refeições recebem valor em troca dos seus esforços. OK, vamos assumir que o americano na nossa ilha paga pela sua comida da mesma maneira que no mundo real os americanos pagam pela sua, compram emitindo promissórias (IOUs). Vamos assumir que no fim da refeição os asiáticos apresentem uma conta ao americano, a qual ele paga através da emissão de promissórias que pretendem representar futuros pagamentos da comida. Contudo, todos os náufragos sabem que as promissórias nunca poderão ser cobradas, pois a América não tem comida ou os meios ou mesmo a intenção de fornecer algo no futuro. Mas os asiáticos aceitam-nas de qualquer forma, e a cada noite acrescentam-nas às pilhas de promissórias recolhidas nos dias anteriores. Estarão os asiáticos numa situação melhor em resultado desta acumulação? Estarão eles menos famintos? Não, naturalmente. ....texto completo por Peter Schiff
O SINE COMO LUGAR DO CUIDADO
# Nos dias em que convivi no interior do SINE, junto da recepção, observei que as pessoas que vinham encaminhar o seguro-desemprego e o recebimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, na sua maioria, se dirigiam a mesa do recepcionista de óculos escuros, falavam baixo e com a cabeça abaixada, alguns gaguejavam. O recepcionista, muitas vezes, precisou levantar de sua cadeira, ficar da altura das pessoas para ouvi-las.Continue lendo este excelente artigo de nossa colega Simone Santos, publicado na Revista Eletrônica Trabalhonecessário do NEDDATE.
O código Wojtyla
# Bem interessante a análise de Flávio Aguiar sobre o pontificado de João Paulo II, no momento em que sua morte faz a maioria desconsiderar os fatores históricos e as suas reais ações como chefe da Igreja Católica. A fé é o claustro da subjetividade: em seu espaço, dentro de cada indivíduo, só entra o próprio ego. Ai de quem desafiar este espaço: o ego ameaçado imediatamente demoniza a alteridade, temeroso que é de sua própria alteridade, seja a da liberdade que pode conquistar modificando-se, seja o do retorno de tudo aquilo que teve de renegar para consolidar-se, e que muitas vezes retorna em momentos em que o indivíduo, como se diz, “perde a cabeça”, ou em linguagem jurídica, “é tomado de forte emoção”. |
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